O Elefante do Sultão foi uma performance de teatro itinerante criado pela companhia de teatro “Real de Luxe” envolvendo um enorme elefante movimentado mecanicamente, uma marionete gigante e outras instalações de arte.
O show foi encomendado por duas cidades francesas para comemorar o centenário da morte do grande escritor Júlio Verne. De tão bonito, acabou passando por vários locais ao redor do mundo, entre 2005 e 2006, trazendo a todos os espectadores a certeza de que não existe idade para se maravilhar com os contos de fada.
Olha só que lindo:
As fotos eu encontrei espalhadas no flickr (se você é dono de alguma dessas imagens e não gostou que usei, me manda um recadinho que tiro na hora, tá?). O post eu vi aqui.












2 garatujos comentaram!
Rute Miriam Albuquerque falou:
21/06/2012
Que coisa impressionante. Juro:impressionante não da maneira como generalizamos esta palavra. IMPRESSIONANTE porque a força que gera a quem participa desta obra é imensa! Não é exatamente a técnica (devem ser várias!), Mas o conjunto, e especialmente o contexto desta segunda década deste novo século onde as crianças TEM SUPER PODERES. A obra me transmite o olhar de todas as crianças, a nos questionar por que damos tanto poder a elas, se a fragilidade que lhe é característica não suporta. E a trilha musical, então? Que espetáculo! Sei que aqui no Brasil, algumas escolas de samba produzem carros alegóricos com técnicas semelhantes, porém, a grandeza deste elefante do sultão é porque não tem como ficar indiferente aos movimentos daquele serzinho-serzão. Super valeu, de novo, por ter me estimulado; saio da página como se estivesse tomado um bom quentão, comido uma paçoca e saboreado aquele cachorro-quente com creme de batata. Super feliz e satisfeita!
Luciana Orvat falou:
21/06/2012
Que deliciosa resposta, Rute! Pois saiba que a trilha também me acertou em cheio, me emocionei demais (e me encanta o poder da música acentuando tudo). Essa coisa de compartilharmos sentimentos gera uma identificação que nos humaniza tanto, não é? Meu palpite é que fraternidade tem um pouco a ver com tudo isso.
Aposto também que a brincadeira com a escala das coisas (uma criança pequena em tamanho agigantado), tinha como proposito gerar justamente essa reflexão interessante que você propos e que, confesso, me passou desapercebida. Obrigada você, por engrandecer a obra também para mim. Divido com você a paçoca e o quentão. Tim-tim!
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